Mensagem original:
Mammon slept. And the beast reborn spread over the earth and its numbers
grew legion. And they proclaimed the times and sacrificed crops unto the
fire, with the cunning of foxes. And they built a new world in their own
image as promised by the
sacred words, and spoke
of the beast with their children. Mammon awoke, and lo! it was
naught but a follower.
from The Book of Mozilla, 11:9
(10th Edition)
Mensagem traduzida:
Mamon adormeceu. E a propagação besta renascer sobre a terra e seus números
cresceu legião. E proclamaram os tempos e culturas sacrificaram aos
fogo, com a astúcia das raposas. E eles construíram um mundo novo em suas próprias
imagem como prometido pelo
palavras sagradas, e falou
da besta com os seus filhos. Mammon acordou, e eis! foi
nada, mas um seguidor.
de O Livro de Mozilla, 11:09
(Edição 10)
Não achou o que você estava procurando?Por aqui é mais fácil
Mostrando postagens com marcador Verdade ou Mentira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Verdade ou Mentira. Mostrar todas as postagens
6/09/2011
4/27/2011
Nossa. É lançado desbloqueio do PS3 finalmente!!!
Empresa anuncia o desbloqueio do PS3
Empresa afirma ter criado com sucesso um dispositivo para desbloquear o PlayStation 3, da Sony, permitindo o backup de jogos e execução de discos piratas. O PSJailbrake, da empresa australiana OzModeChip, consiste em um dispositovo USB rodando um software que permitiria armazenar dados completos de jogos no HD do console e memórias externas. O dispositivo custa 170 dólares australianos.
Para que o processo funcione, um disco original em Blu-ray deve ser inserido no videogame, como uma forma de “enganar” o sistema e rodar jogos armazenados nos dispositivos externos.
Onde esta isso:
Analises,
Tecnologia,
Tutorial,
Verdade ou Mentira
4/26/2011
Mito ou verdade? Pendrive's danificam - se se ficarem muito tempo sem serem usados?
Você já parou para pensar na quantidade da sua vida que está armazenado em pendrives? Grande parte dos usuários utiliza as unidades removíveis para carregar fotos, textos, trabalhos e programas portáteis. O problema é que eles não são invencíveis, ou seja, há muitos erros que podem atingir esses dispositivos e, consequentemente, causar danos aos seus proprietários.
Há os que acabam quebrando por ficarem soltos nas mochilas e os que são infectados com vírus – e isso representa apenas uma fração do que pode acontecer. Além dos problemas conhecidos, há também uma grande gama de erros que são temidos pelos usuários, mesmo sem que exista a certeza de que eles realmente possam afetar os dispositivos de memória portáteis.
Uma dessas dúvidas é relacionada à perenidade dos dados armazenados. Você já parou para pensar que os pendrives podem perder os dados? Nos Estados Unidos, os pendrives são chamados de USB Flash Drive (clique aqui para saber se faz mal deixar os pendrives ligados o tempo todo), pois o tipo de memória utilizada é Flash, que por muito tempo foi considerada como memória volátil. Mas será que essa história ainda funciona assim?
O nome da tecnologia é oriundo da similaridade do processo com os flashs das câmeras fotográficas. Em vez de os dados serem escritos em discos rotativos, eles são enviados para a memória em pulsos elétricos (pendrives, por exemplo, apresentam clocks de pulso de cerca de 12 MHz).
Nesse período de desenvolvimento, muitos tipos diferentes de memória Flash foram utilizados até que se atingisse o atual patamar, em que os padrões respondem pelos nomes NOR ou NAND (a primeira possui capacidades mais baixas, além de possuir custos mais elevados e ser mais lenta do que a NAND).
Como sabemos, esse tipo de memória é “zerado”, a cada vez que a energia elétrica é cortada. Para evitar que os discos perdessem todos os dados, foram colocadas baterias nas estruturas, garantindo que nunca faltasse alimentação energética e, assim, os dados não seriam perdidos.
(Fonte da imagem: Sandisk)O grande problema disso é que, após algum tempo, a bateria perdia a carga e os dados eram perdidos completamente. Foi com isso que surgiu o mito relacionado à perda de informações dos discos removíveis. Pode-se dizer que essa fase do desenvolvimento “sujou” o nome da memória Flash.
Em suma, utilizando como base os pendrives e SSDs atuais, a dúvida de hoje é realmente um mito. Mas um problema precisa ser lembrado: a memória Flash sofre com a limitação de inscrições. Ou seja, após algum tempo, os dispositivos de memória deixam de apagar dados e armazenar novos, tornando-se estáticos (como CDs que não permitem regravações).
Uma dessas dúvidas é relacionada à perenidade dos dados armazenados. Você já parou para pensar que os pendrives podem perder os dados? Nos Estados Unidos, os pendrives são chamados de USB Flash Drive (clique aqui para saber se faz mal deixar os pendrives ligados o tempo todo), pois o tipo de memória utilizada é Flash, que por muito tempo foi considerada como memória volátil. Mas será que essa história ainda funciona assim?
Os primórdios da memória Flash
No começo da década de 1980, engenheiros relacionados à Toshiba começaram a desenvolver unidades de armazenamento que permitissem muito mais rapidez no acesso e dispensassem a utilização de partes mecânicas (como acontece com os discos rígidos comuns). Para isso, unidades de memória Flash passaram a ser pesquisadas e desenvolvidas.Nesse período de desenvolvimento, muitos tipos diferentes de memória Flash foram utilizados até que se atingisse o atual patamar, em que os padrões respondem pelos nomes NOR ou NAND (a primeira possui capacidades mais baixas, além de possuir custos mais elevados e ser mais lenta do que a NAND).
Volátil ou não volátil?
Atualmente, a memória Flash não é volátil, mas houve um período em que os dispositivos utilizados para o armazenamento dos arquivos eram SDRAM (o mesmo padrão utilizado por muitos pentes de memória RAM, possuindo capacidade de sobreinscrições ilimitadas). Isso acontecia porque os desenvolvedores buscavam formas de eliminar a limitação de inscrições que os discos apresentavam.Como sabemos, esse tipo de memória é “zerado”, a cada vez que a energia elétrica é cortada. Para evitar que os discos perdessem todos os dados, foram colocadas baterias nas estruturas, garantindo que nunca faltasse alimentação energética e, assim, os dados não seriam perdidos.
Mas afinal, é só um mito?
Como já dissemos, houve um período em que os dispositivos de memória Flash eram voláteis, impedindo que os usuários pudessem manter seus dados seguros por muito tempo, mas hoje a história é bem diferente. Como são utilizadas memórias NAND (Not And, ou seja, sequenciais), os pendrives não são voláteis.Em suma, utilizando como base os pendrives e SSDs atuais, a dúvida de hoje é realmente um mito. Mas um problema precisa ser lembrado: a memória Flash sofre com a limitação de inscrições. Ou seja, após algum tempo, os dispositivos de memória deixam de apagar dados e armazenar novos, tornando-se estáticos (como CDs que não permitem regravações).
.....
Você já sabia que isso era apenas um mito? Já havia ficado com medo, por achar que após longos períodos de ociosidade seus arquivos poderiam ser perdidos? Aproveite o espaço de comentários para dizer se já sofreu com perdas de arquivos em discos portáteis.Windows 8 vaza na internet
Era apenas uma questão de tempo até que o Windows 8 vazasse na internet e os usuários pudessem conferir de perto o que o novo sistema da Microsoft pode oferecer. A versão de testes 6.17850 foi enviada para alguns fabricantes de computadores para que o sistema fosse utilizado em máquinas de configurações diferentes. Essa mesma versão “escapou” dos laboratórios e pode ser encontrada na internet.
O autor do vazamento não foi identificado e não se sabe ao certo como a imagem ISO do novo sistema da Microsoft foi parar na internet, mas certamente esta notícia fez muitos fãs da empresa de Bill Gates vibrar.
Como ele é?
As imagens que surgiram mostram um Windows 8 com a interface praticamente igual à de seu antecessor, o Windows 7. O que chamou a atenção foi o fato de o sistema ocupar menos espaço em disco: 8 GB contra os 11 GB do Windows 7.Na Barra de tarefas, uma novidade surgiu. Um pequeno ícone no canto direito permite que o usuário acesse rapidamente as opções para encerramento do sistema ou troca de usuários. Como navegador padrão ainda aparece o Internet Explorer 9 Beta.
O site BetaArchive foi um dos primeiros a divulgar screenshots do sistema e, segundo os frequentadores do fórum, o Windows 8 está um pouco mais rápido e o acesso a algumas ferramentas mais prático, sem maiores detalhes. Confira abaixo algumas imagens divulgadas pelo site.
Minhas sinceras palavras:
Eu acho isso um baita de um fake ridiculo.
Observe na foto, tera um texto, no lado direito na aba inferior vc vera: windows 7 build 7850.wimmain. taltaltaltal.
veja vc mesmo.
Preparado para o FUTURO? Não, então observe o que vem por ai!..
(Fonte da imagem: Minebea)
A empresa japonesa Minebea anunciou nesta terça-feira (26 de abril) o lançamento do COOL LEAF, teclado com design futurista com visual totalmente espelhado. Em vez de contar com botões tradicionais, o dispositivo dispõe de uma interface sensível ao toque no qual surgem as teclas, que se apagam assim que a fonte de alimentação é desligada.
Surgido a partir de um design conceitual apresentado em 2010, o aparelho possui 108 caracteres em língua japonesa e compatibilidade com sistemas operacionais Windows. A Minebea já anunciou planos de layouts especiais para o alemão, inglês, francês e italiano, que devem ser lançados em julho de 2011.
Uma versão para Mac também foi prometida, embora não tenha nenhuma previsão de lançamento. O teclado mede 383x128x17 mm, possui peso de 620 gramas e já está disponível para venda através de importadoras com o preço sugerido de US$ 245.
Mito ou verdade? Macs servem para usuarios viciados em jogos?
Desde sempre, um dos principais argumentos dos defensores do Windows quando discutem suas preferências com os usuários de computadores Apple é: “Não existe jogo para Mac”.
A rigor, esse sempre foi um falso pressuposto, com diversos jogos interessantes e divertidos disponíveis para o Pomar, como o excelente e viciante Zuma, da PopCap Games, até o famosíssimo World of Warcraft, da Blizzard.
Porém, tirando alguns poucos títulos mais famosos, quem procurava jogos novos e lançamentos do mundo dos games para um Mac realmente se decepcionava. Não existia – e em muitos casos ainda não existe – interesse de alguns desenvolvedores em produzir versões de seus principais produtos para o Mac OS X.
Apesar de a vontade de jogar em um Apple ter sido sanada de diversas formas – desde jogos simples até virtualizações como as feitas pelo CrossOver –, a maioria dos gamers que trabalhava em Macs acabava por manter um PC Windows em casa apenas para a diversão.
Quando, em 2005, a Apple anunciou que seus computadores passariam a contar com processadores Intel – os mesmos, ou pelo menos semelhantes, que equipavam a maioria dos PCs Windows – um brilho de esperança surgiu em muita gente que se virava para poder jogar e trabalhar em um Mac.
Infelizmente a coisa não funcionou exatamente como se esperava, uma vez que a grande maioria dos lançamentos de jogos continuou sendo feita apenas para Windows. Mesmo assim, a esperança e o desejo do macmaníacos de jogar em seu iMac sem precisar de adaptações ou sofrer com performance diminuída não morreu.
A todo vapor
O cenário dos Mac-gamers começou a mudar recentemente. Mais precisamente no dia 12 de maio, quando uma nova fruta apareceu no pomar: o Steam. Mesmo não sendo um jogo em si, o Steam trouxe para os Apple fanáticos um novo horizonte quando se trata de games.
Praticamente idêntico à versão para Windows, o aplicativo facilitou para os grandes desenvolvedores de jogos - que ainda não faziam o transporte de seus softwares do Windows para o Mac - perceberem que existe demanda por algo além dos jogos casuais e MMOs.
O primeiro grande título a chegar ao Mac pelo Steam foi Portal. O quebra-cabeças em primeira pessoa foi temporariamente disponibilizado gratuitamente – tanto para Mac OS quanto para Windows – para comemorar a chegada da plataforma ao pomar.
Gráficos!
Uma das principais preocupações de qualquer gamer sério é a qualidade dos gráficos e das animações dos jogos. FPS (“frames-per-second”, ou quadros por segundo) é normalmente a principal medida de desempenho gráfico utilizada pelos especialistas.
O site Tom´s Hardware – especializado em testes de computadores e outras medições relacionadas a equipamentos – realizou um comparativo entre o desempenho de Portal rodando tanto no ambiente Microsoft quanto no Snow Leopard.
Utilizando um MacBook Pro e um computador montado especialmente para rodar jogos, o pessoal do Tom´s Hardware instalou o Windows 7 e o Mac OS X em ambas as máquinas, e conseguiu os seguintes dados:
Como você conferiu, o Windows ainda é mais eficiente em apresentar os gráficos dos jogos quando comparado ao Mac OS X. Em configurações mínimas, o ambiente Microsoft atinge praticamente o dobro da taxa de FPS que o sistema da Apple, e em configurações avançadas, mesmo que a diferença diminua, a vantagem ainda reside em Redmond.
DirectX e OpenGL
Esses dois nomes são – provavelmente – a razão pela disparidade entre os resultados gráficos no embate Mac OS X versus Windows 7. Enquanto a Microsoft há anos publica drivers e atualizações do DirectX para jogos, as versões para Mac foram transportadas para o ambiente OpenGL favorecido pela Apple há poucas semanas.
Com isso, é de se esperar que o desempenho na renderização das imagens sob o OpenGL não seja comparável à realizada pelo DirectX. Ainda assim, os valores apresentados no Snow Leopard não tornam o jogo inviável, permitindo aproveitar Portal com relativa qualidade.
A grande questão – aparentemente já respondida pela Valve, desenvolvedora do Steam – é quanto tempo levará para que as otimizações necessárias para equiparar a qualidade gráfica dos jogos no Mac e no Windows aconteçam.
Portal, título de referência da plataforma de jogos no Mac, já recebeu suas primeiras atualizações voltadas a esse problema, e outros títulos disponíveis no Steam também já estão consolidando as alterações necessárias para migrar com graça e qualidade para o ambiente OpenGL.
O Mac gamer
Ainda é cedo para dizer que os computadores da Apple serão uma alternativa viável e equivalente a um PC baseado em Windows para quem quer estar sempre no topo da pirâmide do entretenimento.
Mesmo com o Steam provando que é possível jogar no Mac sem sofrer para encontrar títulos interessantes, ainda há um longo caminho a ser percorrido até que o catálogo do pomar seja tão vasto – e valioso – quanto o existente para Windows.
Provavelmente esse dia chegará antes que se perceba, já que a Blizzard (World of Warcraft, Diablo e Starcraft) e outras gamehouses estão comprometidas em trazer para o Mac o entretenimento que faltava aos computadores da Apple. A Valve e seu Steam são apenas o começo de mais uma revolução no mundo de Steve Jobs.
A rigor, esse sempre foi um falso pressuposto, com diversos jogos interessantes e divertidos disponíveis para o Pomar, como o excelente e viciante Zuma, da PopCap Games, até o famosíssimo World of Warcraft, da Blizzard.
Porém, tirando alguns poucos títulos mais famosos, quem procurava jogos novos e lançamentos do mundo dos games para um Mac realmente se decepcionava. Não existia – e em muitos casos ainda não existe – interesse de alguns desenvolvedores em produzir versões de seus principais produtos para o Mac OS X.
Apesar de a vontade de jogar em um Apple ter sido sanada de diversas formas – desde jogos simples até virtualizações como as feitas pelo CrossOver –, a maioria dos gamers que trabalhava em Macs acabava por manter um PC Windows em casa apenas para a diversão.
Infelizmente a coisa não funcionou exatamente como se esperava, uma vez que a grande maioria dos lançamentos de jogos continuou sendo feita apenas para Windows. Mesmo assim, a esperança e o desejo do macmaníacos de jogar em seu iMac sem precisar de adaptações ou sofrer com performance diminuída não morreu.
A todo vapor
O cenário dos Mac-gamers começou a mudar recentemente. Mais precisamente no dia 12 de maio, quando uma nova fruta apareceu no pomar: o Steam. Mesmo não sendo um jogo em si, o Steam trouxe para os Apple fanáticos um novo horizonte quando se trata de games.
Praticamente idêntico à versão para Windows, o aplicativo facilitou para os grandes desenvolvedores de jogos - que ainda não faziam o transporte de seus softwares do Windows para o Mac - perceberem que existe demanda por algo além dos jogos casuais e MMOs.
Gráficos!
Uma das principais preocupações de qualquer gamer sério é a qualidade dos gráficos e das animações dos jogos. FPS (“frames-per-second”, ou quadros por segundo) é normalmente a principal medida de desempenho gráfico utilizada pelos especialistas.
Utilizando um MacBook Pro e um computador montado especialmente para rodar jogos, o pessoal do Tom´s Hardware instalou o Windows 7 e o Mac OS X em ambas as máquinas, e conseguiu os seguintes dados:
DirectX e OpenGL
Esses dois nomes são – provavelmente – a razão pela disparidade entre os resultados gráficos no embate Mac OS X versus Windows 7. Enquanto a Microsoft há anos publica drivers e atualizações do DirectX para jogos, as versões para Mac foram transportadas para o ambiente OpenGL favorecido pela Apple há poucas semanas.
Com isso, é de se esperar que o desempenho na renderização das imagens sob o OpenGL não seja comparável à realizada pelo DirectX. Ainda assim, os valores apresentados no Snow Leopard não tornam o jogo inviável, permitindo aproveitar Portal com relativa qualidade.
A grande questão – aparentemente já respondida pela Valve, desenvolvedora do Steam – é quanto tempo levará para que as otimizações necessárias para equiparar a qualidade gráfica dos jogos no Mac e no Windows aconteçam.
O Mac gamer
Ainda é cedo para dizer que os computadores da Apple serão uma alternativa viável e equivalente a um PC baseado em Windows para quem quer estar sempre no topo da pirâmide do entretenimento.
Provavelmente esse dia chegará antes que se perceba, já que a Blizzard (World of Warcraft, Diablo e Starcraft) e outras gamehouses estão comprometidas em trazer para o Mac o entretenimento que faltava aos computadores da Apple. A Valve e seu Steam são apenas o começo de mais uma revolução no mundo de Steve Jobs.
MSI fabricante de placa maes entre outros perifericos promete lançar um notebook para gamers
Com um processador Intel Core i7 e uma placa GeForce GT 550, os novos laptops da MSI prometem grande desempenho para jogos.

A MSI aumenta sua linha de notebooks destinados ao público gamer ao anunciar a nova linha GX680. Como unidade de processamento central, a família conta com um Intel Core i7 de 2,0 GHz e 6 MB de cache. Já a parte gráfica fica a cargo de uma GeForce GT 550 com 1 GB DDR5.
Como padrão da companhia, as máquinas suportam diferentes especificações de fábrica para se adequar ao bolso e às necessidades do cliente. Os quatro slots de memória RAM da máquina suportam até 16 GB DDR3. Para o armazenamento, o topo da máquina é um conjunto de dois HDDs de 750 GB em sistema RAID.
Os usuários podem ainda optar por um drive de Blu-ray e um sistema de som com THX certificado pela Dynaudio. Os notebooks da família GX680 contam com tela Full HD de 15,6 polegadas, baterias de Li-Ion de 9 células e aproximadamente 3,5 kg de massa. Seu preço de mercado ainda não foi revelado.
Como padrão da companhia, as máquinas suportam diferentes especificações de fábrica para se adequar ao bolso e às necessidades do cliente. Os quatro slots de memória RAM da máquina suportam até 16 GB DDR3. Para o armazenamento, o topo da máquina é um conjunto de dois HDDs de 750 GB em sistema RAID.
Os usuários podem ainda optar por um drive de Blu-ray e um sistema de som com THX certificado pela Dynaudio. Os notebooks da família GX680 contam com tela Full HD de 15,6 polegadas, baterias de Li-Ion de 9 células e aproximadamente 3,5 kg de massa. Seu preço de mercado ainda não foi revelado.
Onde esta isso:
Previews,
Tecnologia,
Verdade ou Mentira
Assinar:
Postagens (Atom)